domingo, 17 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Valentine Mix
Hoje deixo aqui um beijo enorme a todos os meus ex-namorados, aos que não foram e podiam ter sido, aos que foram e não deviam ter sido, aos que eu quis e não quiseram, aos que quiseram e eu não quis, aos que ficaram em banho-maria, aos que às vezes são e outras não, aos que têm potencial para ser mas deixa lá ver, e aos que ainda estão para vir.
Vocês bateram/batem/baterão forte cá dentro!
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Ana
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Quem conta, a vida (re)encontra
Passamos uma vida inteira a encontrar e a desencontrar pessoas. É
normal, e muitas vezes inevitável que, a determinada altura, e por qualquer
motivo, as pessoas se separem, percam o contacto, deixem de se ver, de estar
juntas, de fazer parte do mundo umas das outras. E se algumas há que pouco
acrescentaram aos nossos dias, ou apenas passaram por eles como meras peças do
cenário e, como tal, nem pensamos nelas,
outras ficam guardadas naquele cantinho
especial das nossas lembranças que nos fazem sorrir e sentir saudades de outros
tempos. Pode ser aquela melhor amiga dos tempos de escola, ou aquela paixão que
nos fazia suspirar entre uma aula e outra, ou aquele grupo de amigos com quem partilhámos muitos e bons momentos. Ou
talvez nem precisemos de ir tão atrás no tempo, e podem ser apenas aquelas pessoas
com quem nos cruzámos num passado recente e que, marcando a diferença, nos
deixam aquele sensação de “saber a pouco”.
Quando penso nisto, e nas pessoas que, de alguma forma, foram importantes para mim, não posso deixar
de me considerar uma sortuda, já que a vida me tem dado a oportunidade de as
reencontrar todas, mais cedo ou mais tarde. Poucas, ou talvez nenhumas, são
as pessoas que me foram especiais e de quem nada sei actualmente. É aquela
melhor amiga dos tempos de escola, é aquela paixão que me fazia suspirar entre
uma aula e outra, é aquele grupo de amigos com quem partilhei muitos e bons
momentos. Todos estão aí, à distância de um telefonema. Há quem diga que nada
acontece por acaso, que o tempo e a distância só afasta definitivamente quem não
pesa na nossa história, que os desencontros apenas servem para percebermos a importância
dos outros e que, no final, de uma forma ou de outra, a vida lá dá um jeitinho
de nos trazer de volta quem conta.
Não sei se sou tão fatalista assim, se acredito que isto
está tudo programado como alguns dizem, se essa coisa de destino existe ou serve
apenas para vender livros, mas a verdade é que encontro sempre algum conforto na
constatação de que só me perdi definitivamente de quem não interessou para a minha história. Talvez por isso não tenha assim
tanto medo de perder pessoas, de me desencontrar delas, de as perder de vista.
No fundo, acho sempre que a vida dá lá as suas voltas, mas sempre nos leva de
volta aos lugares certos. E quem diz lugares, diz pessoas.
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Ana
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
E como foi o Carnaval?
Foi muito fixe. Mascarei-me de Minnie e passei a noite a ouvir "ah que rata tão sexy!".
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Ana
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domingo, 10 de fevereiro de 2013
Porque são três dias e eu já desperdicei um
Comprei o
mini vestido às bolinhas (e os devidos acessórios) que, provavelmente, me vai
deixar de rabo de fora algumas vezes. Comprei umas pestanas postiças enormes
que ainda não sei se aguentam a noite toda nos olhos ou vão acabar por aparecer
a boiar no copo de vodka. Comprei um batom vermelhão que, desconfio, me vai
borrar toda até ao queixo. Completei o look com umas meias de rede que não
devem durar intactas até ao final da festa. Está tudo pronto, tal e qual como eu queria para este ano. Não quero ouvir
falar em figuras ridículas. Adoro ser ridícula no Carnaval! É bem melhor que o
ser durante o ano todo sem estar mascarada e não ter desculpa.
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Ana
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Olhei lá para fora e lembrei-me
O que me apetecia mesmo agora, era meter o nariz na rua e sentir uns 30º em cima do corpinho. Vestir o belo do biquíni, calçar a chineloca, e meter-me à estrada. Chegar à praia e mandar logo um ganda mergulho, besuntar-me de creme, e estatelar o rabo na toalha o resto do dia.
Era isto e comer caracóis.
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Ana
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Gente estranha
Para mim, o problema de quem diz que não se arrepende de nada na vida, é não gostar de admitir que já
errou, que nem sempre tomou as decisões certas, que agiu por impulso e fez
merda, que não sabia, que não podia adivinhar. Pessoas que dizem que não se
arrependem de nada, para mim, são estranhas. Porque não existem pessoas
perfeitas - e só sob uma capa de perfeição se pode gostar de tudo o que já se
fez ou já se disse - o arrependimento é humano e saudável. Aceitar os nossos erros é uma coisa, dizer
que não os lamentamos é outra. Sentir arrependimento não é ficar a olhar para
trás, é sabermos que, se pudermos, se tivermos novamente a oportunidade,
faremos diferente. E negar isso é burrice, ou masoquismo. E os masoquistas, para mim, são estranhos.
Por
Ana
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A cor que se segue
Eu sei que sou um bocadinho embirrante em relação a estas mariquices de dar nomes todos pomposos e fashion a conceitos básicos, mas realmente há coisas que me ultrapassam. Acabei de ler numa página do facebook de uma sapataria que a grande tendência para este Verão é beringela e azul cor de pato. A sério? Azul cor de pato? Afinal, acho que até não disparatei muito aqui.
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Ana
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