segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

E como foi o jantar de bloggers? - Parte II

Depois daquela noite de horror extenuante, caí na cama e fechei os olhos com muita força, na tentativa de apagar aquelas imagens da minha mente e dormir tranquilamente. Com muito esforço - já que a lembrança daquelas facas apontadas para mim ainda me assombrava - lá consegui pegar no sono. E então sonhei. Sonhei que fui a um jantar com pessoas normais, simpáticas e divertidas. Sonhei que dei umas boas gargalhadas à pála do bom sentido de humor de quem me rodeava. Sonhei que havia caras que consegui reconhecer assim que entrei, e outras que não fazia a mínima ideia de quem eram. Sonhei que comi uma açorda de marisco maravilhosa e bebi nem sei quantos copos de uma sangria ainda melhor. Sonhei que havia um presépio meio estranho no pátio do restaurante. Sonhei que cada vez que entrava e saía do restaurante para ir fumar, o empregado dizia-me "olá boa noite, como está?". Sonhei que recebi um frasco de doce de morango na troca de prendas e ainda não sei de quem veio. Sonhei que me juntei a um grupinho e acabei a noite nos Templários, a curtir ao som dos Banda Gástrica. Sonhei que tinha gostado de tudo e de todos, e que mais uma vez se confirma que estas coisas correm sempre bem.

Mas, infelizmente, foi apenas um sonho, e se alguém duvida daquilo que digo, o Jedi explica melhor.

domingo, 2 de dezembro de 2012

E como foi o jantar de bloggers? - Parte I

Cambada de psicopatas, gente louca, alucinada, assustadora até. Ao fim do terceiro copo de sangria já andavam despidos em cima das mesas, a atirar com os copos aos empregados, a partir cadeiras e a arrancar cabelos. Foi uma vergonha, minha gente, uma vergonha! Não fosse pela troca de prendas no final do jantar e eu tinha fugido dali de fininho. Detestei toda a gente, odiei a comida, e nem a água que passei a noite a beber se aproveitava. Ainda por cima, fiquei ao lado de pessoas que nem esboçavam um sorriso, comiam que nem uns desalmados, arrotavam alto, e apontavam-me a faca com um ar raivoso cada vez que eu pedia para me passarem a travessa da carne. Um horror, só vos digo! E depois daquilo tudo ainda queriam esticar a noite e ir para os copos. Deus me livre! Ainda aparecia esquartejada num qualquer beco de Lisboa! Saí do restaurante a correr, enfiei-me no carro, arranquei a 200 km/h, e só parei à porta de casa!  

Só de pensar que no próximo fim-de-semana vou repetir a dose no Porto, até já tenho pesadelos. Pelo sim, pelo não, vou levar uma ponta e mola na mala.


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Digam-me lá

Quem é que, afinal, vou encontrar no jantar de bloggers em Lisboa e/ou no Porto?

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Alguém se acusa?

Hoje, à minha frente, na caixa do supermercado, estava uma rapariga a pagar dois frascos de Nutella e quatro caixinhas de chá. Estive quase quase para lhe perguntar o nome do blog.

domingo, 11 de novembro de 2012

Já disse isto umas quinhentas vezes, mas nunca é demais lembrar

Vocês, pessoas enjoadinhas, que não sabem brincar, que levam tudo a sério, a peito, que se ofendem por tudo e por nada, que fazem cara feia a qualquer conversa menos convencional, cheias de moralismos e ai não me toques - e ai um palavrão - e ai que assunto de baixo nível, acreditem, nunca iremos ser amigos. Eu não vos acho piadinha nenhuma, e vocês não iriam ter paciência para me aturar. Esqueçam.

 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Vamos jantar?

Confesso que já andava com saudades destas coisas, só não tinha muita vontade de voltar a meter-me em organizações do género. Mas agora que a Belle du Jour criou o evento, eu não só não vou dizer que não, como partilho aqui o convite:


Vão até lá e inscrevam-se! É fácil, giro, e não dói nada.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Olha mais um!

Consta que, neste momento, estou algures por aí a soprar umas velinhas.

Aviso já que, em sinal de protesto, só volto a fazer anos quando voltar a ser feriado no meu dia.

Até lá, ficarei pelos meus dezoito e mais uns trocos.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Presente (des)embrulhado

Ele diz que saíu de lá comigo às costas. Eu continuo a negar tudo. Se ainda existir por aqui alguma testemunha, que fale agora ou se cale para sempre.



Obrigada, amigo-afilhado!