Bryan Adams é sempre Bryan Adams. Venha cá ele as vezes que vier, já nos habituou a grandes concertos, e este não foi excepção. Com o seu eterno ar de menino rebelde, sempre a abrir, êxito atrás de êxito, nunca desilude. Muita energia, muitas recordações no ar, uma plateia ao rubro. Perfeito.
Stevie Wonder, que dizer? Atrasou-se, o público reclamou, mas valeu bem a espera. Grande senhor, grande entertainer, ganda maluco! Conseguiu em cinco minutos aquilo que o Lenny Kravitz não conseguiu no concerto inteiro: puxar pelo público de uma forma incrível e meter toda a gente a dançar que nem uns doidos. Eu, que até me estava aguentar fresquinha, fiquei de rastos. O Stevie conseguiu acabar comigo.
Grande, grande noite!
Fica assim um balanço mais que positivo destes meus três dias de Rock in Rio, dando apenas nota negativa a Lenny Kravitz – que tão depressa não me apanha noutra – e, claro, nota máxima, a rebentar a escala, para a minha banda do coração, Linkin Park. Eu disse que foi brutal, não disse?
Ainda estava tentada a ir ver o Bruce hoje, mas o bom senso venceu, e fico-me pelo meu sofá.