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domingo, 3 de junho de 2012

R.I.R - 3º Round

A minha tour pelo Rock in Rio terminou com uma noite perfeita.

Bryan Adams é sempre Bryan Adams. Venha cá ele as vezes que vier, já nos habituou a grandes concertos, e este não foi excepção. Com o seu  eterno ar de menino rebelde, sempre a abrir, êxito atrás de êxito, nunca desilude. Muita energia, muitas recordações no ar, uma plateia ao rubro. Perfeito.

Stevie Wonder, que dizer? Atrasou-se, o público reclamou, mas valeu bem a espera. Grande senhor, grande entertainer, ganda maluco! Conseguiu em cinco minutos aquilo que o Lenny Kravitz não conseguiu no concerto inteiro: puxar pelo público de uma forma incrível e meter toda a gente a dançar que nem uns doidos. Eu, que até me estava aguentar fresquinha, fiquei de rastos. O Stevie conseguiu acabar comigo.

Grande, grande noite!

Fica assim um balanço mais que positivo destes meus três dias de Rock in Rio, dando apenas nota negativa a Lenny Kravitz – que tão depressa não me apanha noutra – e, claro, nota máxima, a rebentar a escala, para a minha banda do coração, Linkin Park. Eu disse que foi brutal, não disse?

Ainda estava tentada a ir ver o Bruce hoje, mas o bom senso venceu, e fico-me pelo meu sofá.

sábado, 2 de junho de 2012

R.I.R - 2º Round

A noite foi, indiscutivelmente, dos Maroon 5. O Adam-coisa-mais-boa-Levine ainda é mais comestível ao vivo, tem uma voz fantástica, simpático, cheio de energia, sabe meter o pessoal a mexer, grande concerto! Era para a noite toda e mais algumas.

Lenny Kravitz foi a desilusão. Depois de Maroon 5, e já com muito cansaço no corpinho, o pessoal precisava de manter o ritmo, e isso não aconteceu. O repertório foi mal escolhido, longos minutos de instrumental faziam o pessoal calar-se, sentar-se ou ir embora. A pouca ou nenhuma interacção com o público também não ajudou muito. Esperava muito mais, foi pena.

Goste-se ou não, Ivete Sangalo consegue sempre "levantar poeira" (e poeira era coisa que não faltava por lá ontem), e é óptima para nos obrigar a uma verdadeira aula de aeróbica. Depois daquilo fiquei com fome  e uma bolha no pé.

Quem também nos acompanhou "sem o pé no chão" foi a Sofia do blog Tardes de Chuva e Chocolate, com quem eu e a Margarida combinámos um bloggers date. Valeu, miúda!

Não vi os Expensive Soul porque já cheguei em cima da hora e o pessoal queria passear, mas ainda houve tempo para umas caipirinhas fresquinhas para começar a aquecer os motores.

Tal como no sábado, não tive qualquer problema com a entrada no recinto, desta vez nem sequer parada estive em filas e, apesar de ter andado muito mais a pé no fim da noite, hoje estou fresquinha para o 3ª e último round.

Por isso, mais logo, venha de lá o Bryan Adams e o Stevie Wonder para recordar os velhos tempos!

domingo, 27 de maio de 2012

R.I.R. - 1º Round

Como eu já previa, Linkin Park foi simplesmente brutal! Era menina para ir vê-los todos os meses.

Limp Bizkit e Offspring também bombaram. Os Smashing já não vi, vim embora assim que os Linkin terminaram para aproveitar a boleia do metro que encerrava à 1h, já que na próxima semana fico lá até ao fim e vou ter muito que sofrer.

A Rock Street é um espectáculo, vale mesmo a pena andar por lá. As filas para entrar nas lojas é que metem medo, mas ainda consegui lambuzar-me com uma fatia do Melhor Bolo de Chocolate do Mundo.

Tive de levar com a esganiçada da Mafalda Veiga assim que cheguei (não suporto mesmo aquela voz) e ouvir 500 vezes as mesmas músicas que vinham do Palco Millenium.

Rapei um frio do caraças, mesmo com um casaco de lã, e já nem sabia se pulava por causa da música ou para não morrer gelada.

O gajo da organização que ia ao palco falar entre concertos parecia a Bárbara Guimarães nos Globos de Ouro. Ele bem tentava ser engraçado e puxar pelo pessoal, mas ninguém lhe ligava nenhuma.

Continuo a gostar bastante de ver as meninas que vão para estas coisas de saltos altos. Acho o máximo, a sério. É lindo.

Doem-me os pés, as pernas, os rins e o pescoço, mas teria lá ficado a noite toda a ouvir Linkin Park. Já disse que foi brutal?


quarta-feira, 11 de abril de 2012

R.I.R vai ser o melhor remédio

Ainda bem que o Rock in Rio são só cinco dias e que, bem ou mal, conseguiram concentrar o que me interessa em apenas três, ou eu correria o risco de me desgraçar por completo. Agradeço também, do fundo do coração (e dos pés, das pernas e das cordas vocais), à organização, o facto de me ter poupado as noites de domingo, e não tornar, por isso, as minhas segundas-feiras ainda mais dolorosas do que elas já são. Mesmo assim, e tendo em conta as anteriores visitas ao Bela Vista, prevejo uns quantos dias de estranha e limitada capacidade motora.

Ora então, a coisa, para mim, vai começar no dia 26. Neste dia não há muito que saber. Depois de muitas rezas, de muitas velinhas acesas, e de muitas promessas feitas para que constassem no cartaz (e quem me conhece bem, sabe o quanto eu sou doida por eles ao ponto disto quase ser verdade), lá estarei linda e fresca para gritar o "Crawling" com os Linkin Park. Até podia não ir mais dia nenhum, mas a este só faltaria se estivesse completamente "Numb".

Depois, no dia 1, a festa começa cedo. Tudo me agrada, do princípio ao fim, mas a motivação principal é, sem dúvida, Maroon 5, até porque já ando a prometer há imenso tempo um cafezinho especial ao Adam-coisa-mais-boa-Levine, e vou ter de lhe sussurrar ao ouvido um "Won't Go Home Without You". Mas, antes disso (Adam, querido, só às 2h, ok?), ainda vou "Fly Away" com o Lenny Kravitz.

No dia 2, e na esperança de ainda ter pernas, rins, costas e voz para isso, lá irei (pela 3ª ou 4ª vez, já nem sei) recordar os anos dourados ao som do "Tonight" com o Bryan Adams (as matinés, as matinés!) e, no fim da noite, ainda vou ter disposição para um "Part Time Lover" do Stevie Wonder.

Ainda estou na dúvida se o melhor não será montar uma tenda lá perto para passar o fim de semana. É que só de pensar nos kilometros que andei a pé nas últimas vezes, não sei se tenho coragem para ir e vir, e ir e vir, dois dias seguidos (Adam, querido, vais estar hospedado onde mesmo?). No mínimo, vou andar uma semana com um andar estranho. Espero estar recuperada para os Santos Populares.