quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Na sequência dos comentários ao post anterior, e ao mesmo tempo sem ter nada a ver

Há quem diga que quem espera sempre alcança, e há quem diga que quem espera desespera. Eu, definitivamente, desespero. Não gosto de esperar. Não consigo encontrar na espera esse tal encanto a que muitos se referem. A espera cria ansiedade, a ansiedade enerva-me e faz-me perder a paciência para continuar à espera. Só espero pelo que tenho mesmo de esperar, pelas coisas que não dependem da minha vontade, pelo que tem de ser. E mesmo assim desespero, suspiro, sopro, refilo entre dentes, reviro os olhos e rogo pragas a quem me faz esperar.

Não gosto da sensação de ansiedade, de desassossego, de querer algo que nunca mais chega e ficar ali a torcer-me toda  enquanto conto os minutos, as horas, ou os dias. Gosto de procurar atalhos para chegar lá mais depressa e despachar o assunto. Não gosto de gastar tempo à espera de nada. Até porque, na maior parte das vezes, não sei se espero por alguma coisa que valha o tempo que perco a esperar.  E o tempo, esse não fica, de certeza, à minha espera.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Coisas que me deixam assim meio coisa...

Pessoal que fica ansiosamente à espera que a tv passe um novo episódio da sua série preferida, quando basta ir à net para ver os episódios todos.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Posso pedir uma coisinha?

Se vocês fossem às vossas definições do blogger, entrassem na opção "email e mobile", e clicassem lá no "sim, mostrar o modelo para telemóveis em telemóveis", eram todos uns queridos e eu ficava eternamente agradecida.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Conversa puxa conversa

Gosto de pessoas. Sou apaixonada por pessoas. Adoro conhece-las. E não me refiro ao acto de ser apresentada a esta ou aquela pessoa, de trocar meia dúzia de palavras com alguém, e dizer que conheço meio mundo. Não, o que eu gosto mesmo é de conhecer as pessoas. Sou uma curiosa em relação aos outros. Não em relação às suas vidas, mas em relação às suas cabeças. Muitas vezes dou por mim a olhar para alguém e a pensar “Como será aquela pessoa? O que pensará de determinados assuntos? “, muito antes sequer de questionar qual será o seu nome ou o que faz na vida. Gosto de esmifrar a cabeça dos outros. Gosto de saber o que têm para dizer, como se expressam, do que gostam e não gostam, o que pensam, como falam, que tipo de humor têm, quais os seus interesses, e uma infinidade de outras coisas. E sou capaz de me perder em conversas de horas e horas quando a pessoa do lado de lá também é assim. A forma como alguém conversa faz toda a diferença. E nota-se à distância quando as pessoas gostam realmente de conhecer as pessoas ou quando se limitam a querer conhecer pessoas.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Tudo no mesmo saco

Sempre me irritou um bocado aquela mania que algumas mulheres têm de falar em nome das outras todas, usando frases como "todas nós gostamos de", "qualquer mulher gosta de", "todas as mulheres querem X", e por aí fora. A sério, não façam isso. Falem em vosso nome, dos vossos gostos, das vossas vontades, dos vossos sonhos, daquilo que pensam, mas não falem como se fosse uma regra universal. Nós não somos todas iguais e ficariam espantadas com a quantidade de coisas a que muitas de vocês dão importância e que a mim, ou a muitas outras, não aquecem nem arrefecem. Ou vice-versa.